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TEM BANDIDO SAINDO PELO LADRÃO

 

 TEM BANDIDO SAINDO PELO LADRÃO

Que o Brasil é o país da impunidade todo mundo sabe, que é o país onde matar é barato, também não é novidade.

Os primeiros homens fatigados de viverem sós no meio de temores e de inimigos por toda parte, sacrificaram parte de sua liberdade e se viram forçados a se reunirem em grupos.

Mas só a necessidade constrange os homens a ceder uma parte de sua liberdade e cada qual só por seus próprios interesses está ligado com seus semelhantes.

A lei foi a forma encontrada para reuni-los, mas a experiência fez ver quanto à maioria está longe de adotar princípios estáveis de conduta.

Nota-se, em todas as partes do mundo físico e moral, um princípio universal de dissolução, cuja ação só pode ser obstada nos seus efeitos sobre a sociedade por meios que impressionam imediatamente os sentidos, para contrabalançar por impressões vivas a força das paixões particulares.

Esses meios foram as penas estabelecidas contra os infratores das leis.

Qualquer outro meio seria insuficiente. Os mais sábios discursos, a eloquência mais arrebatadora, as verdades mais sublimes, não passam, para eles, de um freio impotente que logo despedaçam.

Quando se abre mão da punição em troca da utopia filosófica das ideologias, como nas “políticas públicas” de segurança do Estado Brasileiro, vemos o que vemos no nosso dia a dia, criminosos por toda a parte vitimando a nação Brasileira, livres e soltos matando, roubando, estuprando, seviciando, torturando.

Tantos são os criminosos livres e soltos que nos cercam em todos os lugares desse país, que já tem bandido “saindo pelo ladrão”.

Artigo de J. R. Guzzo, Namorando o Suicídio, Veja 30-1, escreveu, “Dentro e fora dos governos continua a ser aceita, como verdade científica, a ficção de que a culpa pelo crime é da miséria, e não dos criminosos.Ignora-se o fato de que não existe no Brasil de hoje um único assaltante que roube para matar a fome ou comprar o leite das crianças.”, e que “A presidente Dilma Rousseff acorda todos os dias num país onde há 50.000 homicídios por ano; e ao ir para a cama de noite, mais 140 brasileiros terão sido assassinados ao longo de sua jornada de trabalho. Dilma parece não sentir que isso seja um absurdo. No máximo, faz uma ou outra reunião inútil para discutir “políticas públicas” de segurança, onde só se fala em verbas e todos ficam tentando adivinhar o que a presidente quer ouvir.”.

Comenta J. R.Guzzo “Há alguma coisa profundamente errada com um país que engole passivamente o assassínio quase diário de seus policiais – e, com isso, diz em voz baixa aos bandidos que podem continuar matando à vontade, pois, no fundo, estão numa briga particular com “a polícia”, e ninguém vai se meter no meio.”  e conclui “É um “tudo bem” crescente, que aceita cada vez mais como normal o que é positivamente anormal – “tudo bem”que policiais sejam assassinados quase todos os dias, que 90% dos homicídios jamais cheguem a ser julgados, que delinquentes privatizem para seu uso áreas inteiras das grandes cidades. E daí? Estamos tão bem que a ultima grande ideia do governo, em matéria de segurança, é uma campanha de propaganda que recomenda ao cidadão: ”Proteja a sua família. Desarme-se”.

“É uma bela maneira, sem dúvida, de namorar com o suicídio.”

O que mais se pode dizer?

Nada, como São Luiz do Maranhão que enganada entregou sem luta, passivamente, o seu povo e o seu patrimônio ao martírio e aos sucessivos saques praticados pelo Marquês do Maranhão  -Lord Cochrane e seus comandados, representando o Governo Imperial do Brasil e devidamente condecorado pelo Imperador com a Ordem do Cruzeiro do Sul, também a Nação Brasileira, submissa, entrega a vida do seu povo e o seu patrimônio, ao Estado e a toda a criminalidade impune desse País.

Só nos resta rezar e pedir que Deus nos ajude!

ODILON SOARES 

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